ArkiPlay

 

 

 A iniciativa ArkiPlay é um projeto que visa pôr em contacto as crianças com o mundo da arquitetura. A ArkiPlay projeta-se como uma empresa com preocupações sociais, propondo-se para isso fazer eventos cujas receitas possam financiar a organização de atividades com crianças institucionalizadas ou desfavorecidas.

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ALBERTO CARNEIRO: ARTE VIDA / VIDA ARTE – REVELAÇÕES DE ENERGIAS E MOVIMENTOS DA MATÉRIA

Alberto Carneiro (São Mamede do Coronado, 1937) é um dos artistas que, nas décadas de 1960–70, abriram novos caminhos para a prática artística em Portugal. Tem vindo a desenvolver uma singular relação entre a arte e a natureza. Toda a produção artística de Alberto Carneiro se confunde com a sua própria vida e com as reminiscências do meio onde nasceu e cresceu e se descobriu como artista e criador.
Para Alberto Carneiro, a presente exposição é um manifesto, cuja ideia central é a demonstração de que a arte é o artista e também o espectador. Concebida como uma unidade especificamente criada para os espaços de Serralves, a mostra é composta, na sua maioria, por obras inéditas criadas a partir de raízes e troncos de laranjeiras, oliveiras, bambus e vides, sempre acompanhadas de vidros ou espelhos com textos que, para além de realçarem a importância da palavra na obra de Alberto Carneiro, envolvem o espectador através do seu reflexo: o “teu ser imaginante”. As obras são assumidas como “momentos”, reiterando o facto do percurso do espectador ocorrer não só no espaço como também no tempo.

Produção: Fundação de Serralves

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VHILS – diorama cork faktory

Alexandre Farto (1987), artista plástico, tem desenvolvido a sua obra no meio urbano sob o nome de Vhils desde que se iniciou nos graffiti, no início da década de 2000. Tendo crescido no Seixal, região com grande tradição industrial, foi fortemente influenciado pelo intenso desenvolvimento que transformou Portugal nas décadas de 1980/1990. Um ávido experimentalista, tem desenvolvido a sua estética do vandalismo em intervenções e exposições individuais e coletivas um pouco por todo o mundo, numa pluralidade de suportes — da pintura stencil à técnica de escultura mural — que o projetou como um dos nomes mais aclamados no panorama da arte urbana mundial.
Diorama Cork Faktory é uma escultura em grande formato baseada na série Diorama, cuja escala preenche o espaço de uma antiga fábrica ligada à indústria corticeira. O seu recorte intricado expressa a relação de proximidade entre ser humano e o meio onde trabalha, uma complexa teia de influência recíproca que dá forma e substância à relação entre ambos. Produzida em cortiça, a peça explora a justaposição entre a identidade social e cultural do indivíduo e o meio industrial onde exerce a sua atividade, refletindo também sobre o papel da indústria na economia e a falta de investimento de que o setor secundário tem sofrido em Portugal nas últimas décadas, junto com as consequências que este abandono tem tido nos indivíduos e populações que dele dependem. A peça será transportada num cortejo por operários da fábrica e colocada na empena do edifício da Câmara Municipal, onde ficará exposta durante 15 dias. A ação visa prestar tributo à atividade dos trabalhadores, sublinhando também a importância do trabalho técnico na atividade artística. No jogo de sombras decorrente da sua forma, a peça assume-se como um modelo representativo que permite um afastamento perspético e possibilita uma leitura abrangente e panorâmica dos contextos urbanos e industriais em que vivemos e trabalhamos, e deste processo de moldagem recíproca.

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FILIPE BRANQUINHO

 FILIPE BRANQUINHO (Moçambique, 1977) trabalha atualmente como freelancer em fotografia e ilustração. No Brasil, o desenho e a ilustração surgem de forma sistemática e consciente, através do contacto com as disciplinas artísticas na UEL (Universidade Estadual de Londrina/Brasil) a par da formação em arquitetura. É também neste contexto que decide experimentar a fotografia como arte. Participou em diversas exposições coletivas e individuais no Brasil, em Moçambique e na África do Sul. Tem diversas obras em coleções particulares, no acervo do Museu de Arte Moderna de Londrina, Brasil, e do Instituto Camões de Maputo.
O foco deste trabalho é um determinado grupo social que representa uma maioria e que está presente em todo o tecido urbano: nos grandes centros, nos bairros da periferia, na zona costeira, nos condomínios privados, etc. Cada fotografia é singular e pretende dignificar o retratado no exercício da sua ocupação e na forma como este dialoga com o espaço que ocupa. É no conjunto dos retratos que as cidades são desvendadas, na luz que as envolve, na sua paleta de cores e na história das pessoas que ali vivem.
O Próximo Futuro é um Programa da Gulbenkian de Cultura Contemporânea, dedicado em particular, mas não exclusivamente, à investigação e criação na Europa, em África, na América Latina e Caraíbas.

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QUARTETO MÁRIO SANTOS

Este Quarteto surge em 2009, a par do primeiro projecto de Mário Santos com edição discográfica (QMS “Bloco de Notas” – Encomenda) e pretende da mesma forma interpretar e dar a conhecer, temas do seu bloco de notas.Do Quarteto tradicional de Jazz com a guitarra como instrumento harmónico, procura uma sonoridade própria e inovadora.
O grande objectivo continua a ser o de criar momentos em que os músicos possuem toda a liberdade de se expressar sobre os temas que interpretam. Este Quarteto nasce da cumplicidade sonora encontrada na regularidade dos seus encontros musicais.

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PRÓXIMO FUTURO

O Próximo Futuro é um Programa da Gulbenkian de Cultura Contemporânea, dedicado em particular, mas não exclusivamente, à investigação e criação na Europa, em África, na América Latina e Caraíbas.
Fomos falar com o coordenador do Observatório de África e da América Latina, Frederico Duarte e com a designer Sandra Muendane que nos dá uma perspectiva sobre a indústria de moda no norte de África.

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CRU COWORK

A inauguração da CRU (cru-cowork.com), marca mais um episódio do Loufai.

 A CRU – Loja / Cowork é uma loja de criadores e também um espaço de co-working. Concebida e pensada para uma comunidade artística prática, colaborativa e despreconceituosa, a CRU – Loja / Cowork arrenda as pequenas “lojas” e micro-estúdios nos 410m2 das suas instalações.

São os nossos mais recentes parceiros e esperamos que tenham o maior dos sucessos! Bem-vindos CRU!

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CHRISTOF MIGONE

“Hit Parade”

Os participantes em “Hit Parade” deitam-se com a face voltada par o chão e prosseguem a bater com os microfones no pavimento mil vezes. O som de cada um é amplificado com um amplificador. Cada um escolhe o próprio ritmo e intensidade. A performance termina quando todos os participantes tiverem completado as mil batidas. “Não requer qualquer perícia, mas requer um pequeno salto de fé”, diz Migone. “Mesmo produzindo um som caótico, a acção torna-se meditativa. E apesar da simplicidade aparente da peça, algumas pessoas também encontraram nela momentos de epifania, enquanto outros tiveram reacções veementes. Mas nada de violento.” Para além das invocações metafóricas que o título da peça e a própria acção desenvolvida transportam, “Hit Parade” é também uma reflexão sobre o som, a repetição, a diferença e as possibilidades que estes encerram para um envolvimento individual e colectivo com o espaço, o tempo e o trabalho.

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